Consulte aqui os nossos artigos sobre diferentes temas e faça-nos a sua sugestão do que gostaria de saber sobre ARQUITECTURA PAISAGISTA

ÚLTIMO ARTIGO DISPONIBILIZADO: Caminhos-de-Ferro, vantagens e desvantagens da sua conversão em ciclovias

Ordenamento do Território e Recuperação da Paisagem

Espaços Públicos e Espaços Privados (parques e jardins)

ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E RECUPERAÇÃO DA PAISAGEM

CAMINHOS-DE-FERRO, vantagens e desvantagens da sua conversão em ciclovias

A conversão de uma linha de caminho-de-ferro abandonada em ciclovia, só pode ter sucesso se forem ponderados todos os factores onde esta se insere.

Em Portugal existem vários traçados ferroviários desactivados que por não terem utilização acabam por se degradar. Nos últimos tempos muitos destes corredores têm sido transformados em ciclovias, de forma a travar sua a degradação, potenciar actividades alternativas culturais, educativas e recreativas, fomentar actividades económicas, criação de emprego e integração de infra-estruturas sem utilização. No entanto, é importante considerar que na conversão de um corredor destes não basta que a ciclovia criada seja praticamente ininterrupta, fácil, segura e agradável de percorrer, é também fundamental conhecer a área onde a linha se encontra. De que serve criar uma pista verde se depois, para além de se deixar de poder utilizar o comboio, esta terá uma taxa de utilização tão reduzida que não compensa o investimento?

Em algumas situações podem ser pensadas alternativas às ciclovias como por exemplo a articulação entre uma pista verde e uma linha de caminho de ferro onde o comboio para além de servir de transporte de passageiros também pode ser utilizado para promover o turismo de uma região.

Habitats Dunares – um valor paisagístico a preservar

São inúmeras as ameaças a que os habitats dunares estão sujeitos, levando à sua degradação e consequentemente destruição. É cada vez mais importante e urgente que o ser humano tenha consciência de que as dunas litorais não servem exclusivamente para seu deleite e devem ser preservadas.

A presente ficha de informação fala sobre a sensibilidade das zonas costeiras, bem como dos agentes que contribuem para a sua degradação e quais as medidas que devem ser tomadas para que os sistemas duares sejam preservados.

Importância das Sebes de Compartimentação na Paisagem

As sebes assumem uma grande importância na paisagem, não só para benefício das actividades económicas como também paisagísticas. No entanto, muitas vezes o Homem, esquecendo-se das suas funções, destrói-as sem pensar nas consequências que isso acarreta.

Com a presente ficha pretende-se dar a conhecer não só a importância e funções das sebes de compartimentação como também as suas possíveis utilizações.

Lixeiras e Aterros Sanitários

A gestão dos resíduos tem vindo a tornar-se um dos principais problemas da nossa sociedade. Efectivamente, tem-se verificado uma maior preocupação tanto por parte da população como dos governantes. As nossas opções enquanto consumidores, a forma como nos deslocamos, o tipo de alimentação que preferimos, e até a quantidade de resíduos que produzimos, exigem uma acentuada exploração do planeta terra. Os ecossistemas naturais não podem suportar os actuais níveis de consumo dos recursos e produção de resíduos, que excedem a capacidade de regeneração do planeta.

Com a presente ficha de informação pretende-se dar a conhecer, de forma resumida e simplificada, a necessidade de se tratar o lixo e como é que este deve ser tratado, bem como o impacto que este pode ter na paisagem. De facto, no que diz respeito à arquitectura paisagista tanto as lixeiras como os aterros sanitários têm um grande impacte, visto causarem grandes alterações nos diversos ecossistemas.

Importância dos Rios na Paisagem

Os rios são sistemas de drenagem natural e elementos naturais, com fisionomia e vida própria, de grande e marcada personalidade. Ao longo dos tempos eles têm servido de referência ao ser humano, mas desde muito cedo que o Homem tem vindo a intervir nas bacias hidrográficas, não tendo em conta os limites destas zonas.

Na presente ficha de informação pretende-se dar a conhecer, de forma muito breve, a importância e a necessidade de protecção dos cursos de água, bem como algumas medidas de protecção dos mesmos.

ESPAÇOS PÚBLICOS E ESPAÇOS PRIVADOS (PARQUES E JARDINS)

Importância da Utilização de Plantas Autóctones em Espaços Verdes Públicos e Privados

Hoje em dia é cada vez mais importante repensar a utilização das plantas nos espaços verdes públicos e privados, a solução deverá passar pela utilização de espécies autóctones (plantas originárias de uma determinada região) em vez das exóticas (plantas introduzidas pelo Homem ou pela Natureza).

Em qualquer jardim contemporâneo, é comum encontrar plantas de várias partes do mundo, que se foram adaptando as novas condições de vida, muito diferentes do seu habitat original. Geralmente estas plantas são muito invasivas podendo criar graves problemas em determinadas áreas. Assim, é importante que a utilização de espécies autóctones em espaços verdes, pois para além de se prevenir a propagação de exóticas invasoras, também se contribui para melhora a qualidade do meio ambiente. Efectivamente, um jardim público ou privado com estas plantas encontra-se mais preparado para enfrentar as alterações climáticas que se avizinham, bem como as pragas da zona onde este é implantado.

Jardins de Cobertura

Um jardim de cobertura é aquele que se localiza no topo de um edifício e que se pode dizer que aumenta as áreas verdes das cidades, permitindo o contacto do ser humano com a Natureza. Nos últimos tempos, tem-se verificado um grande aumento das pressões urbanísticas, o que se tende a agravar-se no século XXI. É cada vez mais comum, especialmente nos grandes centros urbanos, habitar e trabalhar em grandes edifícios. Assim, é importante o desenvolvimento de ideias que preservem os espaços naturais e a relação do Homem com a Natureza.

A ficha de informação sobre jardins de cobertura pretende dar a conhecer a necessidade e a importância que estes espaços verdes, quando devidamente projectados, podem desempenha na cidade e no dia-a-dia citadino.

Piscinas Ecológicas

Uma piscina ecológica é como um lago natural, um sistema que usa a natureza como modelo, recriando a estrutura e dinâmica funcional de uma zona húmida natural. Embora nem sempre seja fácil aceitar a ideia de se ter uma piscina ecológica em vez da clássica, a sua construção não apresenta grandes dificuldades ou custos, basta apenas alguma informação e vontade. Assim, há que ter esperança de que um dia se priveligiem estes sistemas em detrimento dos convencionais, pois estas piscinas representam um ecossistema em equilíbrio e com capacidade de se auto-regenerar.

No presente artigo não serão só desenvolvidas algumas ideias relacionadas com as vantagens de se optar pela construção de uma piscina ecológica, como também como é que o sistema funciona. Abordam-se ainda algumas questões muito frequentes como por exemplo custos de construção, manutenção, integração na paisagem, comportamento da fauna e flora e tratamento das águas.

Gestão da Água, um conhecimento de séculos!

Os primeiros jardins que surgiram no mundo tinham funções muito claras, oferecer deleite e protecção. A mestria na utilização da água foi trazida para a Europa pelo povo muçulmano, que nos deixou um legado cultural rico e que ainda hoje está presente nos jardins e agricultura. Não se pense que os jardins antigos consomem pouca água, raramente é esse o caso. No entanto, eles possuem formas inteligentes de utilizar e reutilizar a água que, em muitos casos, podem ser utilizados nos jardins de hoje.

No artigo são abordadas algumas soluções que podem ser adoptadas num jardim, independentemente da sua área, no sentido de diminuir os custos com a água e de se obter uma gestão adequada. Efectivamente, cada vez mais, há necessidade de se fazer uma boa gestão da água, e isto não passa só pela casa de cada um, os próprios espaços verdes, privados ou públicos, e a atitude de cada pessoa para com estas áreas também é determinante.

Manutenção de Espaços Verdes

Nos dias que correm, o tempo disponível para cuidar de um jardim escasseia e o preço de contratar uma empresa especializada, para fazer a manutenção, pode ser elevado. Frequentemente, os condomínios optam por essa opção, no entanto, existem algumas medidas que devem ser tomadas para reduzir os custos que um espaço verde pode acarretar.

O artigo apresenta algumas ideias que podem ser aplicadas, quer num jardim privado quer em condomínios, ou jardins públicos, e que pretendem reduzir ao máximo os custos de manutenção de um espaço verde. De facto, muitas vezes apesar do investimento inicial ser superior, a redução dos custos de manutenção acaba por compensar a médio, longo prazo. É importante que um jardim seja devidamente projectado. Só assim se poderá realmente desfrutar da natureza sem um grande dispêndio de tempo e recursos.